Repórter da National Geographic faz exame toxicológico para detectar químicas nocivas usadas na fabricação de produtos comuns, como móveis, garrafas, xampus, aviões, etc. Leia aqui.
Alguns têm aplicação de segurança, como os “retardadores de fogo”, para os quais existem estudos indicando a possibilidade de causarem câncer, problemas neurológicos e anomalias congênitas. Mas, com mil diabos, ELES AJUDAM A EVITAR O FOGO!
Não se pode viver direito com eles, pode-se morrer sem eles… o nosso repórter, um homem esclarecido, termina a matéria concluindo que preferia não saber…
Afinal, tudo pode ser bom enquanto durar, até o césio, que mata em pouco tempo, mas… mamãe, mamãe, olha, eu tô brilhando…
2 Comentários
Outubro 27, 2006 às 10:34 am
césio é lindão, mas a história é velha, de antes de eu ter memória. aliás, a história do césio me lembra uma mais recente (1995?) quando o pessoal de uma favela invadiu um depósito semi-abandonado da Light (ou seria do Metrô?) e descobriu que dentro de um transformador (ou algo assim) tinha óleo comestível.
resultado: o óleo era tóxico e cancerígeno e servia para resfriamento do aparelho. Lembro que, segundo a reportagem do RJTV (há quantos anos não vejo essa joça) pessoas usaram o tal óleo até como bronzeador. Mas o melhor foi uma bicha que disse (disso me lembro bem): “Eu usei o óleo pra fritar uns bolinhos”.
Resultado, quem comeu o tal bolinho se cagou todo, intoxicado.
Outubro 27, 2006 às 10:49 am
“Na verdade, sou um escritor empenhado em uma jornada de autodescoberta química.”
Baudelaire fez antes, com mais estilo.